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martes, 15 de septiembre de 2015

Conversa con HATEFUL WARFARE


The Band: Hateful Warfare
Country: Brazil


Interview by Vpower



Olá, conte-nos um pouco a história por trás Hateful Warfare, uma banda do Brasil, acho que alguns de vocês vêm de outras bandas certo?

Sim, todos nós viemos de outros projetos, mas o que está nos colocando no cenário é a Hateful Warfare, a banda começou no inicio do ano, já tocavamos juntos em uma banda de thrash-metal oitentista, a banda acabou e decidimos seguir os tres desbravando o mundo do Thrash/Death Metal, acredito que a Hateful Warfare foi o unico projeto em que todos estão seguindo com o mesmo pensamento e isso está sendo muito legal.

Hateful Warfare foi formada este ano e você tem en EP com sete músicas já. Vocês estão trabalhando. Fale um pouco sobre esse trabalho.

As musicas foram compostas em um curto periodo, ficamos muito empolgados com o resultado que estava saindo em cada composição, mas não é o ponto que queremos chegar, estamos estudando duro para trazer algo melhor e mais trabalhado no segundo material, acredito que dará uma cara melhor para a banda.

Vocês são um Power trio certo? Poderia apresentar-nos a banda completa?

Os integrantes são Andrei (Baixo e Voz), Norbah (Guitarra) e Denis (Bateria) lembrando que o Norbah é o pai de Andrei, Denis é um grande amigo acho que é por isso que a quimica da banda está bem firme.

Como você definiria o tipo de Metal que você pratica?

Thrash/Death Metal, com influências de Heavy Doom Metal e Metal Extremo.

Quais bandas influenciam o som de vocês?

Bandas lendárias do metal mundial como, Destruction, Slayer, Metallica, Sodom, Kreator, Vader, Morbid Angel, Death, Misfitis, Terrorizer, Sepultura, Korzus, Dark Angel, Black Sabbath, Iron Maiden.

Como você vê a cena do metal no Brasil e como é que a sua música está sendo vista aí?

Temos muito caminho pela frente, ficamos surpresos com o resultado do Ep, mas há muito território para conquistar, talvez com o amadurecimento da banda possa nos dar mais possibilidades de ingressar no Underground Brasileiro.

Se vocês lançaram seis músicas em meio ano, podemos esperar um novo álbum inteiro para 2016?

Sim claro, Alias as composições já estão em andamento, e como falei anteriormente estamos estudando muito para trazer algo mais sério e com mais tecnicas e qualidade, nossa proposta vai continuar a mesma do primeiro, mas com mais maturidade musical.

Como andam os shows por aí?

Estão sendo muito positivos para a banda, não conseguimos um show com publico tão grande, mas todos estão elogiando o som ao vivo, conseguimos movimentar todos que estão no local fazendo com que se interage com a banda e caiam na mesma adrenalina.

Há muitas bandas que apenas tocam coisas do passado, tipo cópia do que ja voi feita, mas o som da Hateful Warfare é mais como uma combinação entre algo antigo e novo, o que você tem a dizer sobre isso?

Acredito que isso venha dos nossos dia-a-dia, nós três temos mente aberta para qualquer vertente do Metal, escutamos as oldschool como as bandas novas, acreditamos que o que foi feito nos anos 80 é muito bom, mas ficar preso as ideias passadas não vai agregar muito no teu som, há bandas ótimas que estão surgindo agora mas que os fiscais do metal oldschool não abriram a cabeça para ouvi-las e ver que realmente é um belo material.

O Brasil é um país grande, quando você pensa sobre isso como um mercado, no intuito de promover a banda, você tem que se concentrar em uma região ou área ou é possível chegar a todo o país com facilidade?

Não, há várias questões que acabam atrapalhando para que isso aconteça, conseguir você até consegue mas é um processo demorado, para você tocar em cidades como Belo Horizonte em Minas Gerais, São Paulo que são consideradas os berços do metal brasileiro, primeiramente sua banda tem que conseguir muito respeito e publico, e estamos nos esforçando para que isso aconteça não só no Brasil assim como no mundo inteiro.

 Se você pudesse viajar no tempo para algum grande festival do passado, qual você escolheria?

Acho que o Mosters Of Rock 1991 em Moscow, um clima pesado mas vendo os videos do festival da uma vontade de estar la no meio daquela loucura (Risos).

Quando você era jovem, bem, eu acho que vocês ainda são, mas me refiro como adolescente, você tinha posters de heróis de Metal nas paredes ou você passou o tempo com outras coisas. Como você entrou no mundo do Metal?

Norbah viveu a epoca do metal dos anos 80 até os dias de hoje, costumava ter seu quarto cercado de posters, e adiquiria um vinil a cada semana viveu a nostalgia de abrir o encarte do vinil e ver a foto da banda para conhecer o visual dos integrantes, Já Andrei ingressou pela influência do Norbah seu pai compartilhando bandas, tocando instrumentos juntos, indo aos shows das bandas de seu pai, Denis desde muito novo já se interessou em tocar bateria, e as bandas de metal que lhe dava a batida que o deixava de boca aberta e com vontade de aprender.

Economia brasileira está se transformando de bom para ruim ao que parece, como é que isso pode afetá-los como banda e como cidadãos?

Nós não conseguimos nos sustentar apenas com a banda, todos trabalharam em empresas e isso é muito chato (risos), na questão como cidadão está cada vez pior de conseguir respirar e viver tranquilamente, a crise atingiu geral, muitas dividas e pouco dinheiro, como banda, influencia mais em investimentos em equipamentos melhores, produção de cd, agente não pensa muito nisso porque se ficarmos todo tempo com essas coisas na cabeça já teriamos desistidos de tocar.

A arte da capa do EP de vocês é diferente do habitual para este tipo de música. Como vocês conseguiram isso eo que vocês querem transmitir com ele?

A arte do Ep foi produzida pelo Douglas Rezende, foi o primeiro trabalho dele para uma banda, quando mandamos a ideia para ele, ele captou exatamente o que a banda apresentava, a ideia da capa tem uma simples história de que fomos aprisionados e torturados por cristãos em um ato de fanatismo pelas suas religiões e pelo fato da banda julgar diretamente as religiões em algumas musicas, como a Slaves Of Christ.

Obrigado por sua atenção, se você quiser acrescentar algo fiquem a vontade...

Queremos agradecer a oportunidade e o espaço para falar sobre os projetos da banda, esclarecer as ideias e desabafar tambem (risos), muito obrigado e ótimo trabalho!

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